ALESE EM DISPUTA DENTRO DO PSD: sucessão na Assembleia já provoca queda de braço entre Jorginho Araújo e Luciano Bispo antes mesmo da posse
A corrida pela presidência da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) já movimenta os bastidores políticos antes mesmo do início da nova legislatura. A disputa envolve articulações entre partidos, busca por apoio parlamentar e a possibilidade de um embate interno no PSD, que tem dois nomes cotados para comandar a Casa.
PSD no centro da disputa
O PSD, presidido em Sergipe pelo governador Fábio Mitidieri, elegeu cinco deputados estaduais, enquanto o União Brasil conquistou seis cadeiras. Juntos, os partidos somam 11 das 24 vagas da Assembleia, o que amplia o peso das duas legendas nas negociações pelo comando do Legislativo.
Jorginho Araújo busca apoio
O deputado reeleito Jorginho Araújo já trabalha para ampliar sua base de apoio, especialmente entre os parlamentares que chegam à Assembleia. Seu afastamento do Legislativo para assumir a Secretaria de Estado da Casa Civil, no entanto, pode representar um desafio na articulação com os colegas.
Luciano Bispo ganha força
O ex-presidente da Alese Luciano Bispo de Lima aparece como um dos principais concorrentes de Jorginho Araújo dentro do PSD. Com experiência no comando da Casa, ele estaria no centro de uma articulação política em busca de um nome de consenso para a presidência.
União Brasil também se movimenta
No União Brasil, Cristiano Cavalcante e Marcelo Sobral já demonstraram interesse em disputar o comando da Assembleia. A estratégia do partido depende das articulações conduzidas pelo presidente estadual, André Moura. Apesar de possuir a maior bancada, a legenda enfrenta o desafio de construir apoio suficiente para viabilizar uma candidatura competitiva.
Articulações seguem nos bastidores
A disputa também envolve a posição do governador Fábio Mitidieri, que teria sinalizado preferência pela continuidade do atual presidente da Assembleia. Nesse cenário, a definição do nome apoiado pelo PSD e a capacidade de cada pré-candidato de reunir votos devem influenciar os próximos movimentos políticos.
Com o PSD dividido entre possíveis candidaturas e o União Brasil buscando espaço, a eleição para a presidência da Alese começa a se consolidar como uma das principais articulações políticas do novo ciclo parlamentar em Sergipe.
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Críticas ao governo
O presidente estadual do União Brasil em Sergipe e candidato derrotado ao Senado, André Moura, fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante entrevista ao programa Inove Notícias, da Cultura FM, apresentado por Kleber Alves. O dirigente questionou a condução do governo federal e defendeu uma mudança de rumo na Presidência da República.
Bolsa Família
André Moura criticou a ausência de reajustes anuais do Bolsa Família durante o governo Lula e questionou o anúncio de aumento do benefício na reta final da campanha eleitoral. O dirigente ressaltou que considera positivo o reajuste, mas avaliou que a correção deveria acompanhar regularmente o aumento do custo de vida das famílias brasileiras.
Medidas eleitoreiras
O presidente estadual do União Brasil também questionou a antecipação dos pagamentos do programa social e o anúncio de medidas voltadas aos microempreendedores individuais. Na avaliação de Moura, as iniciativas deveriam ter sido adotadas anteriormente, como parte de um planejamento permanente, e não concentradas no período eleitoral.
Defesa de Flávio Bolsonaro
Moura defendeu a manutenção e a ampliação do Bolsa Família em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. Ele também destacou a importância de criar oportunidades para que os beneficiários ingressem no mercado de trabalho sem perder imediatamente a proteção social, incluindo mecanismos que facilitem o retorno ao programa em caso de demissão.
Economia e impostos
O dirigente criticou o crescimento da dívida pública e o aumento da carga tributária, argumentando que as despesas do governo acabam pressionando trabalhadores, pequenos empresários e famílias de menor renda. Também defendeu mudanças na condução econômica, com controle de gastos e medidas para reduzir a pressão tributária sobre a população.
Prioridades para Sergipe
Ao abordar os interesses do estado, André Moura destacou a conclusão das obras da BR-101, a duplicação da BR-235 e a concretização dos investimentos do projeto Sergipe Águas Profundas, da Petrobras. O dirigente afirmou que essas pautas estiveram entre as preocupações consideradas antes de anunciar seu apoio a Flávio Bolsonaro e defendeu que Sergipe receba investimentos federais efetivos.
Defesa da mudança
A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo Lula no Senado Federal, defendeu o fim da escala de trabalho 6×1 e destacou os possíveis benefícios da mudança para a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.
Apoio no Senado
Em entrevista ao programa Inove Notícias, da Cultura FM, apresentado por Kleber Alves, a parlamentar ressaltou o apoio expressivo obtido pela proposta no Senado e avaliou que a discussão representa um avanço nas relações de trabalho.
Debate antigo
Teresa Leitão lembrou que a discussão sobre a redução da jornada de trabalho ocorre desde 2019. A senadora destacou a realização de debates e audiências públicas com empresários, representantes sindicais e especialistas para avaliar os impactos da medida.
Impacto econômico
A parlamentar avaliou que a mudança não deve provocar uma crise econômica e defendeu um período de adaptação para os setores produtivos. Na análise da senadora, o diálogo e as negociações são fundamentais para conciliar as necessidades das empresas com os direitos dos trabalhadores.
Qualidade de vida
A líder do governo destacou que a redução da jornada pode contribuir para diminuir o desgaste físico e mental, ampliar o convívio familiar e favorecer a produtividade. A valorização dos profissionais e as transformações no mundo do trabalho também foram apontadas como fatores importantes para a discussão.
Congresso em pausa
Sobre o funcionamento do Senado, Teresa Leitão explicou que o período eleitoral influenciou a realização das sessões legislativas. A expectativa, segundo a parlamentar, é de retomada dos trabalhos após o segundo turno, com a continuidade das pautas e discussões pendentes.




