Editorial do Inove Notícias questiona ausência de Nitinho na Câmara de Aracaju durante período eleitoral
O editorial do Inove Notícias voltou a questionar a presença dos vereadores de Aracaju nas atividades da Câmara Municipal durante o período eleitoral de 2026. O principal foco foi o vereador Nitinho Vitali, candidato a deputado federal.
Cobrança já havia sido feita em agosto
Kleber Alves lembrou que o programa já havia abordado o assunto em agosto, chamando atenção para a frequência dos vereadores que disputam as eleições deste ano e para a necessidade de conciliar a campanha eleitoral com o exercício do mandato parlamentar.
Cobrança já havia sido feita em agosto II
A discussão ganhou novo capítulo após a vereadora Moana Valadares, também candidata a deputada federal, solicitar licença para tratar de interesses particulares.
Licença de 56 dias e sem remuneração
De acordo com o decreto legislativo mencionado no programa, a Câmara Municipal de Aracaju concedeu a Moana Valadares licença pelo período de 56 dias, de 21 de agosto a 15 de outubro de 2026, sem remuneração.
Licença de 56 dias e sem remuneração II
O afastamento foi concedido com base no Regimento Interno da Câmara e teve efeitos retroativos a 21 de agosto. Na prática, a medida permite que a vereadora se dedique à campanha eleitoral sem receber remuneração dos cofres do Legislativo Municipal durante o período.
Nitinho entra no centro da discussão
A partir da decisão de Moana, o editorial passou a cobrar de Nitinho Vitali o mesmo procedimento. Segundo as informações apresentadas no programa, o vereador não estaria comparecendo regularmente às atividades da Câmara Municipal, enquanto mantém intensa agenda relacionada à sua candidatura a deputado federal.
Nitinho entra no centro da discussão II
Kleber Alves questionou se existe alguma autorização ou liberação formal concedida pela Câmara para as ausências do parlamentar e defendeu que, caso esteja se dedicando à campanha, Nitinho também solicite afastamento sem remuneração.
Questionamento à Mesa Diretora
O programa também destacou a necessidade de esclarecimentos por parte da Presidência da Câmara Municipal de Aracaju sobre a situação do vereador. O editorial cobrou do presidente Ricardo Vasconcelos informações sobre eventual licença, autorização ou outro mecanismo que permita a Nitinho se ausentar das atividades parlamentares durante o período eleitoral.
Questionamento à Mesa Diretora II
A questão levantada pelo Inove Notícias é se existe tratamento diferenciado entre os vereadores candidatos e se todos estão cumprindo as mesmas regras relacionadas à frequência e ao afastamento durante a campanha.
Debate sobre mandato e campanha
A discussão coloca em evidência a relação entre o exercício do mandato e a participação dos vereadores nas eleições de 2026. Para o programa, a licença sem remuneração adotada por Moana Valadares representa um procedimento que poderia ser seguido por outros parlamentares que estejam priorizando suas campanhas eleitorais.
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Entrevista exclusiva
Em entrevista exclusiva ao Inove Notícias, o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, fez uma avaliação crítica sobre o atual momento vivido pela Corte e apontou sinais de desgaste institucional.
Crise de credibilidade
Durante a conversa, o ex-ministro avaliou que o Supremo atravessa um período delicado, marcado por decisões e comportamentos que, em sua análise, contribuem para o enfraquecimento da confiança da sociedade na instituição. A situação, segundo ele, exige uma postura mais equilibrada dos integrantes da Corte.
Decisões monocráticas
Marco Aurélio também demonstrou preocupação com o uso de decisões monocráticas por ministros do STF. Para o aposentado, decisões individuais em temas de grande repercussão podem gerar questionamentos sobre a atuação do Tribunal e ampliar a percepção de concentração de poder dentro da Corte.
Desgaste institucional
Na avaliação do ex-ministro, o momento vivido pelo STF não pode ser analisado apenas sob a perspectiva jurídica. A forma como o Tribunal se posiciona diante de temas políticos e institucionais também interfere diretamente na imagem da Justiça perante a população.
Defesa da colegialidade
Marco Aurélio reforçou a importância de preservar a atuação colegiada do Supremo. Para ele, o debate entre os ministros e a construção coletiva das decisões são fundamentais para fortalecer a legitimidade das decisões da Corte e evitar que o Tribunal seja associado a posicionamentos individuais.
Alerta para o futuro
Ao longo da entrevista, o ministro aposentado defendeu uma postura de maior equilíbrio e responsabilidade institucional por parte dos integrantes do STF. A avaliação é de que a recuperação da confiança da sociedade passa pelo respeito aos limites constitucionais, pela colegialidade e por uma atuação capaz de reduzir o atual cenário de desgaste.
Candidatura
Dando sequência à rodada de entrevistas com os candidatos ao Governo de Sergipe, o Inove Notícias recebeu Emanuel Cacho (PSDB). O candidato afirmou que decidiu entrar na disputa motivado pelo cenário eleitoral e pela possibilidade de uma eleição sem uma concorrência considerada efetiva.
Disputa pelo segundo turno
Cacho afirmou que nunca teve como objetivo construir uma carreira de político profissional, apesar de já ter tido oportunidades de disputar cargos eletivos. Segundo ele, a percepção de que a eleição poderia ser transformada em um “WO” foi um dos fatores que o levaram a lançar sua candidatura. O objetivo declarado agora é tornar a disputa competitiva e chegar ao segundo turno.
Relação com Valmir
Durante a entrevista, o candidato também explicou por que não está no mesmo grupo político de Valmir de Francisquinho, apesar de manter uma amizade de aproximadamente 40 anos. Cacho lembrou que participou do lançamento da candidatura de Valmir ao Governo na eleição passada e chegou a atuar como coordenador da campanha.
Negociações políticas
Cacho revelou que participou de conversas para uma possível composição com o grupo de Valmir, incluindo propostas relacionadas às candidaturas ao Senado e à Câmara Federal. As negociações, porém, não avançaram. O candidato também criticou a divulgação antecipada de uma possível composição, alegando que seu nome chegou a ser anunciado antes da conclusão das tratativas.
Segurança pública
A segurança pública foi apresentada como uma das principais bandeiras da candidatura. Com experiência como defensor público e ex-secretário de Justiça, Cacho defendeu uma estratégia baseada em prevenção, policiamento ostensivo e maior presença das forças de segurança nas ruas. Ele também afirmou que, durante sua passagem pela Secretaria de Justiça, atuou no combate às fugas do sistema prisional e em campanhas de recolhimento de armas.
Experiência e candidatura própria
Ao defender a manutenção de uma candidatura própria do PSDB, Cacho destacou sua trajetória de 40 anos na advocacia e sua experiência na administração pública. O candidato afirmou que pretende se apresentar como uma alternativa aos principais grupos políticos de Sergipe, com propostas voltadas à segurança pública, prevenção da criminalidade e ações sociais, apostando em uma eleição mais disputada e na conquista de uma vaga no segundo turno.
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