Lideranças apresentaram pautas consideradas prioritárias para policiais, veteranos e pensionistas
A candidatura de André Moura (União/Progressistas 444) ao Senado por Sergipe recebeu esta semana duas importantes declarações de apoio de lideranças da segurança pública sergipana: o delegado Fábio Alan, de Itabaiana, e o Coronel Ribeiro, ex-comandante-geral da Polícia Militar de Sergipe e candidato a deputado estadual. Nas manifestações, os dois destacaram como pautas a ampliação de investimentos para as forças de segurança e a valorização dos profissionais da área.
Ao declarar apoio, Fábio Alan afirmou esperar que André, atue em Brasília pela destinação de mais recursos para a segurança pública de Sergipe. “Tenho certeza que você, uma vez em Brasília, trará mais investimento para a nossa segurança pública no Estado de Sergipe”, afirmou o delegado.
André agradeceu o apoio e reforçou que pretende colocar o mandato no Senado à disposição das forças policiais. Segundo o candidato, a atuação deverá envolver tanto a busca por recursos federais quanto a defesa de medidas voltadas à valorização profissional. “Vamos trabalhar muito para viabilizar recursos para as forças de segurança do nosso Estado, mas também para que as forças de segurança sejam valorizadas”, afirmou.
O apoio também foi manifestado pelo Coronel Ribeiro, que acumula mais de 30 anos de atuação na segurança pública e já exerceu o cargo de comandante-geral da PMSE. Em sua declaração, Ribeiro apresentou a André duas reivindicações específicas relacionadas aos militares: a discussão sobre o desconto previdenciário de veteranos e pensionistas e a preservação da integralidade e paridade.
André respondeu que pretende levar essas pautas ao debate no Senado. Sobre a contribuição previdenciária, o candidato afirmou considerar necessária uma mudança nas regras aplicadas aos policiais militares após a passagem para a reserva. Também se comprometeu a discutir a manutenção da integralidade e da paridade para a categoria. “A partir do momento que você deixa de estar na ativa e vai para a reserva, você tem que ir com tudo que conquistou ao longo dos anos em que serviu ao Estado”, defendeu.



