A edição desta segunda-feira, 14, do programa inove Notícias da Cultura FM, que teve a apresentação de Rozendo Aragão, conversou com o vereador por Aracaju Sargento Byron (MDB) que fez uma análise das ações desenvolvidas pela gestão nos primeiros seis meses de gestão.
O principal gargalo e a pedra no sapato da gestão foram a questão do lixo. Já nos primeiros dias da prefeita Emília Corrêa (PL) à frente da prefeitura, o contrato emergencial com a empresa Torre foi reincidido, obrigado a realização de um novo contrato emergencial que causou diversos transtornos para os aracajuanos, tendo em vista que a empresa Renova, a vencedora, não conseguiu entregar o serviço.
“Existe uma transição da empresa que saiu, a Renova, e agora a Ramac. A anterior não estava atendendo com presteza e foi substituída e a nova empresa já começa a dar sinais de estar se adaptando e entregando qualidade no serviço”, ressaltou Byron destacando a necessidade da realização da licitação.
O transporte público coletivo também foi tema da análise do vereador. “As empresas estão operando de forma precária, da mesma forma como as administrações anteriores e a prefeita está preparando a licitação e tem feito um esforço para diminuir o ano de fabricação da frota para trazer mais conforto para a população, além de trazer os 30 ônibus elétricos”, afirmou.
O famoso Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), que já virou uma novela mexicana e que se arrasta há anos também foi abordado pelo parlamentar que lembrou que o PDDU está judicializado. “E por isso, a Câmara não pode discutir o texto. Estamos tentando entender como podemos colaborar para que haja a desistência dessa ação para que ele possa vir à Câmara. A revisão do plano iniciou-se na administração de Edvaldo Nogueira e a forma com a qual houve a participação da população foi bastante questionável por isso essa judicialização”, destaco Byron.
Vereador ativo e que defende a causa da pessoa com deficiência, Sargento Byron ressaltou que a gestão Emília Corrêa tem ido pelo caminho certo. “A prefeita já sinalizou que entende a importância da pauta quando ela cria uma pasta específica com dotação orçamentária para desenvolver a política pública e esse é o primeiro sinal de que a prefeita entende e respeita à causa da pessoa com deficiência”, completou.


